CONQUEQUÊNCIAS ESPIRITUAIS DO DERRAMAMENTO DE SANGUE
SOBRE ABORTO:
O aborto pode até ter se modernizado no mundo atual, recebendo novos nomes, justificativas legais e discursos ideológicos, porém a morte de crianças inocentes não é algo novo na história da humanidade. Desde os primórdios da criação, o espírito de morte tenta se levantar contra aquilo que Deus gera.
Na Bíblia, vemos claramente esse padrão. No Egito, Faraó decretou a morte dos meninos hebreus, numa tentativa de impedir o crescimento do povo de Deus. Moisés, aquele que libertaria uma nação inteira, quase foi morto ainda bebê (Êxodo 1:15–22). O ataque não era apenas contra crianças, mas contra o propósito de Deus.
Em outro momento, o rei Salomão julgou duas mulheres, onde uma criança havia morrido, revelando que somente a verdadeira mãe é capaz de lutar pela vida do seu filho (1 Reis 3:16–28). A vida foi o critério do julgamento, e não a conveniência.
No Novo Testamento, vemos Herodes decretando a morte das crianças em Belém, numa tentativa desesperada de destruir o Messias prometido (Mateus 2:16). Mais uma vez, o inimigo tentou calar o plano de Deus eliminando vidas ainda no início.
Da mesma forma, nos dias atuais, alguns países têm adotado a triste e dolorosa decisão de permitir o assassinato de crianças ainda no ventre de suas mães, legalizando aquilo que Deus chama de pecado. A Palavra é clara ao afirmar que Deus conhece o ser humano antes mesmo de ser formado:
“Antes que te formasse no ventre, eu te conheci; e antes que saísses da madre, te santifiquei” (Jeremias 1:5).
A vida não começa no nascimento, mas na concepção, pois é Deus quem gera, forma e dá propósito a cada ser humano:
“Tu formaste o meu interior e me teceste no ventre de minha mãe” (Salmos 139:13).
O aborto não é apenas uma questão social, política ou médica; é uma questão espiritual. Onde a vida é banalizada, o pecado se estabelece. Onde o inocente é morto, o coração da sociedade se endurece.
Como Igreja, somos chamados a defender a vida, proclamar a verdade em amor e anunciar que há perdão, restauração e cura em Cristo para todos que se arrependem e se voltam para Ele. Deus não se alegra com a morte, mas com o arrependimento e a vida (Ezequiel 18:23).
AINDA QUE EXISTA UMA LEI QUE "PERMITA" A PALAVRA DE DEUS É MAIS EFICAZ.
Pode, acaso, associar-se contigo o trono da iniquidade, o qual forja o mal, tendo uma lei por pretexto? Salmos 94:20
Defender a vida é defender o coração de Deus.

